Dê um click na foto e veja algumas do botequinho. E também a foto do seo Aurélio no momento em que lhe dei (em 03.02.2010) o Manual da Separação.

Acontece que meu cérebro às vezes ri das escolhas que meus olhos fazem. Mas ambos logo se pacificam e eu prossigo cavalgando propósitos como se a Vida fosse um cavalo branco enluarado, puro-sangue, indomável. Faço analogias em silêncio, invento nadas e tudos que ainda vão existir, crio conceitos, e me questiono sobre todas as coisas. Depois, destruo as minhas convicções — como se estivesse destruindo as tuas.

Não quero nunca amadurecer minhas ideias. Em verdade, quero torná-las ainda mais verdes, mais puras, mais viçosas, mais crianças, mais inocentes... Mais fáceis de serem pensadas e sentidas com alegria profunda. E portanto mais belas e velozes, para que se transmitam galopantes nesse nosso doce cavalo alado chamado Amor.
Antes do leite, antes da liberdade, antes do arroz com feijão — eu precisava mesmo era do amor que ela me dava. Este foi meu primeiro e mais querido alimento: o Amor.