Nasci no coração da minha Mãe — e até hoje moro aqui.
Todo o resto não tem a mínima importância.
..
No final do segundo bloco eu faço a seguinte pergunta aos telespectadores:
Olhe para os lados. Aqui, aí, agora mesmo, olhe para os lados. Ajuste a consciência, apure a sensibilidade, abra o coração, respire fundo... e responda-me sinceramente:
As pessoas com as quais você hoje convive — em casa, na escola ou no trabalho — são inteligentes, sensíveis e honestas; compreensivas, saudáveis e amorosas; livres, independentes, e cheias de entusiasmo pela vida?
— São?!
Porque, se assim não forem, responda-me:
O que é que você continua fazendo aí?!
Todo o resto não tem a mínima importância.
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No final do segundo bloco eu faço a seguinte pergunta aos telespectadores:
Olhe para os lados. Aqui, aí, agora mesmo, olhe para os lados. Ajuste a consciência, apure a sensibilidade, abra o coração, respire fundo... e responda-me sinceramente:
As pessoas com as quais você hoje convive — em casa, na escola ou no trabalho — são inteligentes, sensíveis e honestas; compreensivas, saudáveis e amorosas; livres, independentes, e cheias de entusiasmo pela vida?
— São?!
Porque, se assim não forem, responda-me:
O que é que você continua fazendo aí?!
Sou só um cãozinho cínico e alegre, um vira-lata zen: vivo à luz da lua, ao deus-dará. Não tenho nada. Passo fome, tomo chuva, tomo sol. Se me agradam, abano o rabo e faço festa. Mas, se me batem ou me ofendem, fujo de mansinho...
E não quero ter dono nunca.
Escrevi o texto acima em 16.11.2008.