21.3.20

Covid-19

Covid-19.



As melhores estatísticas estão em:



Algumas considerações

Esta é uma hipótese de trabalho, e não tem pretensões de esgotar o assunto. O fundamento desse meu projeto reside na suposição de que o SARS CoV-2 não tem letalidade preocupante. Aliás, segundo o site da OMS, a letalidade é baixa, porém a propagação é altíssima. 


No vídeo abaixo a entrevista de Monica de Bolle, que defende o isolamento horizontal rigoroso, porém com suporte financeiro IMEDIATO a todos os mais vulneráveis, que, no Brasil, devem chegar a 100.000.000 (cem milhões) de pessoas. Ela propõe uma espécie de renda básica de R$ 500,00 mensais durante um ano.

Veja:




Entrevista com Monica de Bolle - Economista.





Atualizando dados do Brasil para hoje - 26/03/2020 

Casos confirmados notificados: 2.915 - Mortes: 77 (cinquenta e sete).

Letalidade entre os infectados notificados2,64 % (dois vírgula sessenta e quatro por cento).


Como sabemos que 90% dos casos de infecção não são notificados, podemos concluir que a taxa efetiva de letalidade é de apenas 0,26 % (zero vírgula vinte e seis por cento).



Como a população do Brasil é de cerca de 210.000.000 pessoas, a taxa média de letalidade em relação ao total da população, por enquanto, é de apenas 0,000003 % (zero, vírgula zero zero zero zero zero três por cento!).


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No Brasil, assim como em muitíssimos outros países, as autoridades estão fechando o comércio, desestruturando a economia, esgarçando o tecido social, prejudicando e talvez levando à falência milhares de pequenas empresas, causando mais desemprego e sofrimento para o povo (especialmente para os pobres), mudando para pior a vida de milhões de brasileiros.... em troca do quê mesmo?



Sim, eu sei que é preciso conter a propagação do Vírus, o mais rapidamente possível, para não colapsar o Sistema de Saúde brasileiro. Eu sei. Mas isso não pode ser feito com mais fome e desemprego dos mais vulneráveis. 



Repito: 

Se houver, imediatamente, urgentemente, alguma distribuição substancial de renda para os mais pobres -- e para aqueles que perderem seus empregos agora -- eu me torno completamente favorável ao isolamento horizontal.









Com base em alguns modelos matemáticos e no Pensamento Lateral Dialético, eu comecei a questionar se realmente vale a pena tomar essas medidas radicias de quarentena, sem um Programa de Renda para os mais vulneráveis.



Eu, como filósofo, não tenho convicções inabaláveis. Portanto, as conclusões a que cheguei ao estudar e analisar este assunto (Covid-19) são provisórias. Posso, a qualquer momento, mudar de ideia, provavelmente a partir da publicação de estatísticas confiáveis pelos órgãos governamentais do Brasil (e do mundo).



Declaro aqui meu apoio ao isolamento vertical, caso não sejam tomadas medidas imediatas de implantação de um Plano de Rendas aos mais necessitados. 


Os mais vulneráveis não podem ficar sem renda!




Antes de prosseguir, um dado estatístico comparativo:


1. "Durante uma epidemia sazonal de influenza, cerca de 5% a 15% da população é infectada, resultando em aproximadamente 3 a 5 milhões de casos graves por ano e de 250.000 a 500.000 mortes no mundo, principalmente entre idosos e portadores de doenças crônicas." 

Taxa média de letalidade entre a população infectada: 10% (dez por cento!).

E isto tudo sem isolamento, sem quarentena, sem stress, sem fechar empresas, sem nenhum escândalo!

(Eis o link da fonte: OPAS.)




2. No caso da Covid-19 (dados mundiais de hoje, 22.03.2020. Fonte: G1), foram infectados, no mundo todo, 332.000 pessoas. E só morreram 14.450.


Taxa de letalidade no mundo:  4,35 %


Como nem todos são notificados, a taxa deve ser bem menor.



No Brasil, até 22.03.20, são 1.593 infectados, com apenas 25 mortos.

Taxa de letalidade no Brasil: 1,57 %



No Brasil, até hoje, 23.03.20, são 1.891 infectados, com 34 mortos.

Taxa de letalidade até hoje entre os infectados confirmados1,79 %

Lembre-se: como nem todos são notificados, a taxa deve ser bem menor.




Vamos deixar aqui os dados do Brasil em - 25/03/2020, para compararmos com 25/04/2020 : 

Casos confirmados notificados: 2.433 - Mortes: 57 (cinquenta e sete).

Letalidade entre os infectados notificados2,34 % (dois vírgula trinta e quatro por cento).


Como sabemos que 90% dos casos de infecção não são notificados, podemos concluir que a taxa efetiva de letalidade é de apenas 0,23 % (zero vírgula vinte e três por cento).



Como a população do Brasil é de cerca de 210.000.000 pessoas, a taxa média de letalidade em relação ao total da população, por enquanto, é de apenas 0,000002 % (zero, vírgula zero zero zero zero zero dois por cento!).


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Então pergunto: 

Por que esse barulho todo com o Corona Vírus, se a letalidade é mínima?



Calma: é só uma pergunta retórica que daqui a pouco eu respondo.


Eis alguns links com dados atualizados:


BBC - em português

EL PAÍS - Brasil

OPAS - Organização Pan-Americana de Saude

Centre for Mathematical Modeling of Infectious Diseases

As melhores estatísticas estão em:
WorldOmeters.info




NOTA: 

Dos quase trinta infectados no alto escalão do governo Bolsonaro, até hoje, 23.03.2020 (vamos aumentara lista de notáveis para trinta, incluindo Davi Uip, Davi Alcolumbre e Nizan Guanaes, etc.?), você acha que morrerão quantos?


Nenhum!


Letalidade média não faz atingir UM!


Depois de quatro a seis dias de uma eventual infecção por esse tipo de vírus, e se não houver comorbidades graves pré-existentes, 96% dos pacientes infectados saram, naturalmente.



Portanto, minha conclusão provisória é:

Decidi infectar-me.

Eis algumas razões:


Para ver a situação hoje no mundo, click no link abaixo.



As melhores estatísticas, repito, estão no site:
WorldOmeters.info 







E amo a Lei das Probabilidades. Por isso decidi infectar-me, voluntariamente. Na manhã do dia 17/03 fui a SP, e passei dois dias tomando café com pão na chapa e ovos fritos, e fazendo refeições em balcões de restaurantes populares 
do Centro. E fui, por oito vezes, fazer pequenas compras em mercados da região. .


Ou seja, decidi infectar-me com o CoronaVírus.


Mas, precavido, passei pela Adega preferida para pegar Drambuie, Stoli e vinhos, e também fui ao Mercadão comprar queijos e frutas. Enchi o porta-malas da Baby Blue... 


Sei que nem todos pensam como eu. Aliás, nem todos pensam.

Eu estudei muito esse tema e refleti muito antes de tomar tal decisão. 


Eis as razões:

(...)






(Ainda estou redigindo o texto explicativo, mas adianto aqui alguns pontos.)


1. Enquanto não existir vacina comprovada, o único meio de adquirir imunidade é contrair o vírus  e curar-se, naturalmente.



2. No Brasil, qual seria o melhor momento para infectar-me: 

Agora, quando os hospitais ainda funcionam razoavelmente, ou daqui sessenta ou noventa dias, quando o sistema já estará caótico (ou "em colapso", como diz o ministro da Saúde, Mandeta) ?


Minha resposta: é agora!



Se eu não fizesse isso AGORA, teria que ficar semanas em quarentena, talvez meses, e depois ficar usando máscaras e luvas e vivendo essa "paranoia" em que nos meteram. Até que tenhamos a respectiva vacina, ou até que não exista mais a possibilidade de infectar-me na rua.



3. Eis uma síntese dos meus cálculos, sobre os quais fundamentei minha decisão de infectar-me:


a. 90% dos infectados saram naturalmente, e se tornam imunes.

b. Dos 10% que apresentam sintomas preocupantes, 85% referem-se a casos de idosos e/ou de pessoas com doenças graves, pré-existentes.


c. 88% desses 85% procuram ajuda médica.


d. 50% acabam internados, sendo que, desses, 10% vão para UTI.


e. A letalidade nesse universo dos que precisaram de assistência médica (idosos e doentes) é de 13%.


f. A letalidade na população em geral fica entre 1% e 1,4%.




Será que vale a pena ficar preocupado com isso?


Portanto...

Suponho ter tomado a melhor decisão.


Foi uma simples aplicação racional da Lei das Probabilidades.


Até o dia 28 de março de 2020 saberemos se eu me salvei ou se não.


Aposto que vou me salvar.


Até a Holanda está tomando essa mesma medida que adotei.



E agora que suponho estar contaminado, estou em reclusão extrema e absoluta.

www.EdsonMarques.com


O SARS Cov-2 é só uma lasquinha de RNA recoberta com proteína. Com gordura. Uma forma de vida rudimentar.





A opção seria precaver-me, preocupar-me contra uma eventual contaminação, e entrar em quarentena ou isolamento totais.


Seria muito complicado. Veja abaixo:



Algumas considerações sobre a transmissão indireta.


Esta doença é decorrente de um vírus (SARS-CoV-2 é o nome científico do chamado Corona Vírus) cuja transmissão direta maís comum é o aperto de mãos e a proximidade física entre as pessoas. Dessa transmissão direta você talvez já esteja livre (supondo-se que você ainda não esteja contaminado), porque tem tomado todas as medidas protetivas, inclusive a reclusão voluntária, também chamada quarentena.


Mas eu quero tratar aqui é da possibilidade da transmissão indireta desse vírus, que pode se dar por contato de superfície, onde parece que ele resiste por algumas horas, talvez dias.


Portanto, aqueles itens que você pega na prateleira ou na gôndola do mercado — o iogurte, a caixa de leite, o tomate, a cebola, a laranja, a latinha de coca, o macarrão, a sardinha, o pacote de pão, o litro de pinga ou licor — TUDO já pode estar contaminado. Pelas pessoas envolvidas no processo de transporte dessas coisas até ao mercado, bem como pelos clientes que eventualmente já tenham tocado nelas antes de você.


E mesmo que tudo esteja limpinho e sem vírus, note que a menina do caixa vai tocar nesses itens que você comprou, para passá-los pelo leitor do código de barras. E a mão dela pode já estar contaminada.


Outra coisa importante: ela já pegou, antes, talvez em centenas de cédulas e moedas ao fazer o troco das compras anteriores. Cédulas ou moedas, muitas delas já contaminadas, e que são excelentes vetores de transmissão de vírus (deste coronavírus, ou de outros).


Ao pagar por suas compras, você vai pegar no dinheiro... Caso opte pelo cartão, você vai digitar sua senha naquelas teclas imundas certamente já contaminadas por dedos de clientes anteriores.


Percebes a gravidade da coisa?


Vamos supor que você, com a benção da Lei das Probabilidades, conseguiu passar incólume por tudo isso. E agora o seu carro, que o manobrista do estacionamento já tocou, pelo menos, na maçaneta da porta, no volante e na alavanca do câmbio. E há uma possibilidade real de que o tal manobrista já esteja contaminado.


Vamos supor que você vá pra casa de ônibus ou metrô. Sabe quantas pessoas contaminadas já tocaram naquelas barras verticais e horizontais? E você está sem luvas... Então você consegue sentar num banco já utilizado por centenas de pessoas hoje. Se uma delas estivesse contaminada, tuas roupas talvez já se contaminaram!


Vamos supor que você, ainda com base na Lei das Probabilidades, passe incólume por tudo isso. Mas agora você vai tocar no portão do prédio ou da tua casa. Você vai tocar no botão do elevador, ou na maçaneta da porta...


Percebes a gravidade de tudo isso?


E agora, já dentro de casa, será que adianta lavar TUDO o que você comprou? Você vai sentar no sofá da tua sala com a mesma roupa com que você sentou no banco do metrô ou ônibus? Ou com a mesma roupa com que você sentou no banco do teu carro, onde o manobrista já havia também sentado lá, com sua calça talvez já contaminada por ter sentado em muitos outros carros antes?


Há outras questões sobre esse assunto que serão tratadas posteriormente.


SARS-CoV-2

Severe Acute Respiratory Syndrome CoronaVirus 2





Algumas questões em aberto:


Ainda não se sabe por quanto tempo esse vírus fica vivo nos pelos de um gato, ou no focinho de um cachorro.


Envolto numa capa de gordura. Como ele se reproduz? Com qual matéria prima?


Como um micro organismo vivo ele teria uma função, ou um propósito?


Onde surgiu?


Como nasceu o primeiro? Por mutação genética natural ou por manejo científico intencional? Ou por algum ato involuntário num determinado laboratório?


Projetado ou acidental?


Saiba que os vírus mais inteligentes se transmitem com maior eficiência pelo contato de superfície. Transmissão indireta.


E parece que ninguém dá muita importância a isso.


Você dá?


Você se preocupa com a possibilidade da transmissão do vírus por contato de superfície?



Mais detalhes e links interessantes em:

www.MudeaVida.com/p/covid19.html


20 de Março de 2020.

Texto em fase de aprimoramento e revisão.





Hipótese 001 - 21.03.2020


Mas também já começo a pensar que "deixar a coisa rolar" possa ser uma alternativa razoável. Talvez morressem vinte ou trinta milhões de pessoas num primeiro momento, mas o referido vírus seria, necessariamente, domado. Mesmo sem vacinas. Resta saber se o desarranjo caótico no sistema econômico mundial, a médio prazo, não vá causar a morte de muito mais do que vinte ou trinta milhões de pessoas, além de um sofrimento físico e emocional extenuante em muito mais gente.


Será que vale a pena? 

Qual seria o custo humanitário maior?

É uma simples questão de aplicação racional da Lei das Probabilidades.


Ainda estou pensando.


Entendo perfeitamente as pessoas que, neste caso, pensam diferente de mim. Aliás, posso até concordar, em termos, com ideias contrárias às minhas, e respeito a opinião de quem pensa, equivocadamente, que a Covid-19 é gravíssima.


Mas minha hipótese de trabalho é outra: o novo vírus SARS-COV-2 não é tão letal assim, ao ponto de causar a desestruturação social e econômica que certamente teremos em futuro próximo. No mundo, e não apenas no Brasil.


Minha hipótese é que a reação exagerada ao baixo perigo desse vírus é um pretexto para algo que ainda não sei qual seja. Mas será uma crise profunda do Capitalismo, e especialmente do liberalismo, tal qual existem hoje.



Continuo criando o   Pensamento Lateral Dialético.









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