Beethoven bebia muito e dormia tarde, como quase todo artista. Poeticamente bêbado, sujo, com as roupas em frangalhos, vagava pelas ruas como se não fosse louco. Depois voltava pra casa e compunha as mais sublimes músicas que o mundo jamais havia conhecido.
Vista de fora, sua vida parecia um caos.
Por dentro — era uma delícia!